Depois de referir a evolução
tecnológica em Espanha, o autor critica os indicadores utilizados
tradicionalmente para medir a capacidade tecnológica nacional. Em troca,
o mesmo dá a sua própria visão da gestão tecnológica onde aborda de
forma original os papeis do Estado e das empresas e analisa duas facetas
igualmente importantes: as atitudes e os factos. Este artigo tem por base
a conferência pronunciada aquando da celebração dos 25 anos de AITEMIN.