Número 32, Outubro 2005
A I+D NA CORDILHEIRA CANTÁBRICA >>Versão em português
 
         
 
 

Espaço de debate:

Alguns dados sobre a inovação nas Astúrias

Ao longo deste artigo trataremos de responder a uma série de perguntas, nem sempre numa ordem predefinida, que nos ajudarão a contemplar desde uma abordagem crítica, construtiva e aberta, a situação actual da Inovação nas Astúrias. Menção aparte merecerá o papel que a nossa região deve ter na ERA, que se tratará de forma independente.
Qual é a situação da inovação nas Astúrias? Como contribuiu para o gasto em inovação a nível nacional e europeu? Que características tem o nosso Sistema Regional de Inovação? Cumpre o nosso Sistema as características necessárias para se integrar na ERA? Inovam as nossas empresas?

Severino García Vigón
Presidente de la Federación Asturiana de Empresarios -FADE-
Presidente de la Cámara de Comercio de Oviedo


Concepção de ferramentas e definição de linhas estratégicas para o Plano de Inovação na Cantábria

O reconhecimento da importância que têm os aspectos territoriais e do próprio meio regional na inovação tecnológica conduziu, nos últimos anos, a que se dê uma atenção específica ao conceito de Sistema Regional de Inovação. Aceite que a inovação tem lugar dentro de um sistema, é necessário para o seu estudo determinar quais são os elementos que o compõem e quais são as relações que se estabelecem entre eles e suas consequências favoráveis ou desfavoráveis para a inovação.

Ramón Núñez Sánchez
Pablo Coto Millán
Universidad de Cantabria
Miguel Ángel Pesquera González
Pablo de Castro García
Consejería de Industria
Trabajo y Desarrollo Tecnológico del Gobierno de Cantabria



I+D+i na Comunidade Autónoma do País Basco (CAPB)

A Administração Basca entende que a inovação é um elemento chave na competitividade empresarial e por isso orientou-se a fomentar políticas de I+D. Graças a isso é que tanto as empresas como as instituições bascas interiorizaram a cultura da inovação com bastante rapidez, o País Basco encontra-se em primeiro lugar no gasto em I+D em relação à média do Estado, ainda que ainda estão longe de alcançar os parâmetros europeus.

Ernesto Cilleruelo Carrasco
Catedrático de Organización de Empresas
Universidad del País Vasco



Sala aberta:

Do que trata a gestão na qualidade

A qualidade na investigação diz respeito à qualidade dos métodos utilizados pelos investigadores para obterem os seus resultados. Promover a qualidade na investigação é tratar de melhorar de forma continua as práticas de investigação de maneira que permitam: garantir os resultados e produtos da investigação e garantir a orientação dos processos e actividades de investigação.

Pedro Alonso Miguel
Jefe del Área de Cooperación Tecnológica
D.G. de Universidades e Investigación
Consejería de Educación de la Comunidad de Madrid


A acreditação da educação superior em Espanha. Um instrumento necessário de garantia e defesa do cidadão

A acreditação no âmbito das universidades representa uma garantia externa do que fazem as instituições de educação superior, cumprem os requisitos de qualidade e que, portanto, todos os cidadãos podemos confiar de que o «produto» que proporcionam, quer dizer, os títulos oficiais que outorgam aos seus estudantes, é de confiança.

Gaspar Rosselló
Director de Programas ANECA

Rafael Llavori
Relaciones Institucionales ANECA


Investigação: Projetos:

REDIMadrid: A Rede Telemática de Investigação de Madrid

O Governo da Comunidade de Madrid, e em concreto a sua Direcção Geral de Universidades e Investigação, tem financiado a criação de uma das redes de investigação mais avançadas tecnologicamente da Europa: a Rede Telemática de Investigação de Madrid, REDIMadrid, escolhendo a Fundação Madri+d para o Conhecimento como a entidade responsável da implantação, gestão e desenvolvimento da rede.

Ivan Vidal
David Larrabeiti
Ana Medina
Carmen Guerrero
Arturo Azcorra