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Espaço
de debate:
Nanociência: manipulação à escala atómica e molecular
O invento da microscopia de aproximação permitiu a manipulação individual de átomos e moléculas com o objectivo de abranger sistemas funcionais nanométricos que constituem o núcleo da Nanociência. Neste artigo apresentamos exemplos da manipulação atómica, partindo do artigo pioneiro de Eigler para o Xe sobre Ni e continuando com testes recentes em superfícies semicondutoras desenvolvidos por investigadores procedentes do Laboratório de Novas Microscopias. Finalmente apresenta-se como a criação de reduzidos defeitos através da irradiação com Ar+ permite ajustar o fluxo em nanotubos de carbono metálicos. |
Blanca Biel Fernando Flores
Dpto. Física Teórica de la Materia Condensada Universidad Autónoma de Madrid
Iván Brihuega Pedro J. de Pablo Julio Gómez-Herrero Cristina Gómez-Navarro José María Gómez-Rodrígue
Laboratorio de Nuevas Microscopías, UDpto. Física de la Materia Condensada, Universidad Autónoma de Madrid
Óscar Custance
Graduate School of Engineering, Osaka University
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NanoFotónica: Para o controlo sub-micrométrico da luz
A nanofotónica é a disciplina científica que tem por objecto o estudo da geração, controlo e detecção da luz a escalas similares ou menores que a sua própria longitude de onda e o estudo da interacção com a matéria à escala nanométrica. Em particular os seus objectivos e desafios mais importantes têm a ver com os fenómenos no campo da radiação electromagnética ou as matérias estão confinadas em tamanhos de amplitude nanométrica. Neste campo apareceram com força várias áreas de investigação tendentes a explicar, prever e aplicar ditos fenómenos e de entre eles destacaremos os cristais fotónicos, a magneto-fotónica e a plasmónica. |
Alvaro Blanco Cefe López
Instituto de Ciencia de Materiales de Madrid (CSIC)
Antonio García-Martín Gaspar Armelles
Instituto de Microelectrónica de Madrid (CSIC)
F.J. García Vidal
Departamento de Física Teórica de la Materia Condensada
Universidad Autónoma de Madrid
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Nanomagnetismo
Neste trabalho faz-se uma revisão das propriedades magnéticas dos materiais nanoestruturados e mais concretamente das nanopartículas. Descreve-se como os materiais nanomagnéticos mudam muito bem as suas propriedades quando o seu tamanho se reduz a poucos nanómetros. Acresce, devido a estes efeitos de tamanho alguns materiais que não são ferromagnéticos no estado massivo passam a ter um comportamento típico de materiais ferromagnéticos quando se encontram na forma de nanopartículas. Finalmente, apresentam-se algumas das aplicações das nanopartículas magnéticas no campo da biomedicina. |
M. A. García P. Marín
Instituto de Magnetismo Aplicado (RENFE-UCM-CSIC)
Depto. Física de Materiales Universidad Complutense de Madrid.
J. M. González
Instituto de Magnetismo Aplicado (RENFE-UCM-CSIC)
Instituto de Ciencia de Materiales de Madrid CSIC
P. Crespo
Instituto de Magnetismo Aplicado (RENFE-UCM-CSIC)
Depto. Física de Materiales Universidad Complutense de Madrid.
A. Hernando
Instituto de Magnetismo Aplicado (RENFE-UCM-CSIC)
Depto. Física de Materiales
Universidad Complutense de Madrid. Instituto de Ciencia de Materiales de Madrid CSIC
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Nanotecnología em Espanha
As nanociências e as nanotecnologias são novas áreas de investigação e desenvolvimento (I+D) cujo objectivo é o controlo do comportamento e a estrutura fundamental da matéria a nível atómico e molecular. Estas disciplinas abrem as portas à compreensão de novos fenómenos e à descoberta de novas propriedades susceptíveis de serem utilizáveis à escala macroscópica e microscópica. As aplicações das nanotecnologias são cada vez mais visíveis e o seu impacto deixará de se sentir de imediato na vida quotidiana. Este artigo sintetiza as principais conclusões alcançadas no estudo “Nanotecnologia em Espanha”. Um estudo que descreve, analisa e estuda a situação actual da nanotecnologia em Espanha. |
Jaime Sánchez Páramo Joaquín Alonso Andaluz
Fundación para el Conocimiento Madri+d
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Sala aberta:
Potencial da comunidade de Madrid para o desenvolvimento de clusters tecnológicos
Nesta última década foi possível apreciar o indubitável interesse que vem apresentando o conceito “Cluster”, e mais concretamente o de “Cluster Tecnológico”, nos debates de política industrial e desenvolvimento local. E, este interesse aparece reforçado pelo êxito das experiências realizadas em distintas regiões europeias e noutras regiões do mundo.
Este artigo desenvolve uma metodologia para a identificação de clusters tecnológicos como política inovadora de desenvolvimento e promoção da actividade económica de uma região. Esta metodologia aplicada ao caso concreto da Comunidade de Madrid põe em evidência que as vantagens de localização, a disponibilidade de recursos, conhecimento e infra-estruturas, e as redes de apoio de todo tipo presentes no território da Comunidade, que a qualificam para potenciar o desenvolvimento de determinados clusters tecnológicos. |
Isidro de Pablo López Begoña Santos Urda Yolanda Bueno Hernández Fernando Borrajo Francisco Pizarro
Grupo de Emprendizaje y Desarrollo Local
Universidad Autónoma de Madrid
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Distritos, centros tecnológicos e regiões de conhecimento no Japão: mudanças organizacionais em áreas metropolitanas
A economia moderna é um mosaico de sistemas de produção interdependentes, estes desenvolvem-se apoiados em economias de aglomeração e transações, e dinamizados por acções e instituições públicas que desenvolvem políticas de ciência e tecnologia à escala regional ou nacional. Neste contexto de desenvolvimento emergem novas áreas para a investigação, desenvolvimento tecnológico e inovação que neste novo processo de industrialização têm características especiais.
Quando analisamos a evolução da economia, tecnologia e indústria, a transformação das áreas urbanas desde a cidade principal até zonas menos urbanas é um ponto de vista indispensável. O conceito de cidade tem dois significados, um temporal e outro espacial, nas suas relações com outras áreas onde temos uma grande influência.
Este trabalho examina uma área tecno-metropolitana do Japão em relação com as mudanças realizadas em grandes áreas de tipo metropolitano, como é o caso de Chubu - área de Nagoya- situada numa região central do Japão. Numa primeira parte apresenta-se a importância da ciência e da tecnologia no novo desenvolvimento. De seguida, as cidades da ciência e da tecnologia com as suas características principais. E, por fim, abordam-se as funções e papéis dos centros tecnológicos japonesas. As páginas e os dados que se apresentam foram obtidos “in situ” durante estadias continuas realizadas nos últimos anos. |
Julio César Ondategui
Dirección General de Universidades e Investigación
Comunidad de Madrid
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