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Espaço
de debate:
A importância do conhecimento científico e tecnológico no processo inovador
A evolução do processo de inovação tecnológica desde uma perspectiva baseada em redes científicas e tecnológicas a outra baseada em redes sociais tem sido consequência do desafio de transformar informação em conhecimento, quer dizer, informação que se pode incorporar no desenvolvimento ou na melhoria de novos produtos e processos. Como consequência disso é necessário gerir o processo de inovação tecnológica incorporando na organização objectivos específicos que persigam incrementar a produtividade do conhecimento, pelo que é preciso estreitar as relações de cooperação no âmbito da universidade a qual deve ser vista como o principal agente em facilitar conhecimento à empresa, ainda que não seja o único. Um parteneriado estável público-privado deve ser a base para acelerar o desenvolvimento sócio-económico e dinamizar o processo de inovação tecnológica, facilitando os fluxos de conhecimento entre entidades geradoras e aquelas outras utilizadoras ou transformadoras de conhecimento. |
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Antonio Hidalgo Nuchera
ETS Ingenieros Industriales
Universidad Politécnica de Madrid
Gonzalo León Serrano Vicerrector de Investigación
Universidad Politécnica de Madrid
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O valor do conhecimento científico na empresa
A inovação constitui um desafio permanente para as empresas que se baseia na existência de procedimentos aplicáveis a toda a organização e na capacidade dos seus empregados para os considerar como seus e melhorá-los com a sua participação. Se quisermos avaliar as empresas na sua aproximação ao mundo da inovação é preciso evidenciar a sua relação com as pautas do mundo do conhecimento científico, e para isso existem diferentes elementos que se tratam neste artigo. |
Francisco Marín
ELIOP, S.A.
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Conceitos fundamentais para a concepção de estratégias de inovação
Prahalad y Hamel (1994) defendem que se uma empresa não é a primeira em introduzir uma inovação é a consequência de não ter as competências e capacidades necessárias, não reconhecer o potencial de inovação, não possuir os activos complementares para a explorar, não usar o mecanismo adequado de apropriação do valor, ou bem que o meio envolvente não favorece a sua introdução. Nesta investigação resumem-se as principais características que servem de referência para avaliar a consistência de uma estratégia de inovação. Seguindo na linha de argumentação destes dois autores, o propósito do artigo é o de expor, relacionar e sintetizar algumas abordagens que podem ser úteis como ponto de partida para a concepção de uma estratégia de inovação. |
Antonio J. Pastor Gómez
Isolux Ingeniería, S.A.
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Propostas para o desenvolvimento sustentável de um modelo colaborativo e competitivo em I+D+i
As mudanças que se estão a verificar no meio envolvente como consequência do desenvolvimento vêm produzindo uma autêntica revolução que obriga as empresas a conceberem novos modelos de negócio e as administrações públicas a desenvolverem novos quadros legislativos que incentivem a utilização e dinamização destas tecnologias. Neste contexto o desenvolvimento colaborativo da I+D+i entre empresas, centros tecnológicos e universidades apresenta-se como uma alternativa real para enfrentar que o conhecimento científico se traduza em valor económico, para o qual será necessário estudar novos mecanismos e instrumentos. As plataformas tecnológicas constituem uma alternativa que está a começar a valorizar-se. |
Juan Gascón Cánovas
Asociación de Empresas de Electrónica, Tecnologías de la Información y Telecomunicaciones de España (AETIC)
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Sala aberta:
Relatório crítico sobre a inovação tecnológica na economia espanhola: abrir a “caixa negra”
O ponto de partida que se utiliza neste relatório é o da análise económica da inovação que põe em primeiro plano a relação entre a inovação e a dinâmica e competitividade da economia espanhola. Ainda que este trabalho centra a sua atenção nos aspectos da inovação tecnológica, deve ser salientado que a sua análise, isolado dos factores económicos, pode conduzir a conclusões erradas ou pior ainda, a recomendações de política falidas, se não contraproducentes. |
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José Molero
Grupo de Investigación en Economía y Política de Innovación (GRINEI)
Instituto Complutense de Estudios Internacionales
Departamento de Economía Aplicada II
Universidad Complutense de Madrid
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Análise das estratégias de inovação utilizadas pelas pequenas e médias empresas do sector TIC serviços
O sector das Tecnologias da Informação e da Comunicação e em particular o sector TIC serviços está caracterizado pela utilização da I+D+i como estratégia competitiva. Perante este facto as pequenas e médias empresas do sector têm pela frente um grande problema já que se encontram em sectores de grande evolução tecnológica, altamente inovadores, com modelos de negócio e cadeias de valor em constante evolução, muito globalizados e dinâmicos e muito concentrados em determinadas áreas a nível nacional. Este trabalho trata de determinar um modelo teórico de inovação para as pequenas e médias empresas do sector TIC serviços onde se incluam as pautas e formas de inovação para este colectivo. A investigação analisa em profundidade os factores relevantes no processo inovador deste colectivo, assim como o significado destes factores no desempenho inovador da empresa de TIC serviços, a fonte de indução das inovações no sector e a relação entre desempenho inovador e “business performance”. |
Juan Vicente García Manjón
Universidad Europea Miguel de Cervantes
Rafael Mompó Gómez
Ingeniero de Telecomunicación
Universidad de Valladolid
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