Número 41, março - abril 2007
A UNIVERSIDADE DO FUTURO>>Versão em português
 
         
 
 

Espaço de debate:

Universidades com futuro: o projecto UNIVNOVA

A criação dos Espaços Europeus de Educação Superior e de Investigação constituiu um desafio para a adequação aos novos tempos das universidades europeias. Mas, mais além destas iniciativas, o papel de futuro da instituição universitária, à escala mundial, está submetido a uma reapreciação. Uma sociedade mais global, uma educação durante a vida, novas tecnologias no ensino e na investigação, ..., são realidades a que teremos de adaptar necessariamente a universidade actual e, ainda mais, no futuro.

Antonio Pulido
Universidad Autónoma de Madrid


A Terceira Missão da Universidade: O desafio da transferência do conhecimento

Na última década do século XX iniciou-se um movimento de reflexão sobre a missão da universidade na actual sociedade do conhecimento, incorporando as suas funções tradicionais de ensino superior e de investigação e uma terceira que, segundo, as principais propostas, baseia-se no desenvolvimento da chamada ”terceira missão” no âmbito dos três eixos vertebrais seguintes: empreendimento, inovação e compromisso social. A análise justificativa e o plano de como levar em frente a nova missão com algum êxito apresenta-se como um assunto de importância capital na UE, dados os objectivos apresentados para a universidade europeia no horizonte 2020 de uma Europa do Conhecimento.

Eduardo Bueno Campos
Catedrático de Economía de la Empresa
Y Director del IADE-CIC de la UAM

Os novos desafios para o governo e gestão da universidade

As universidades espanholas têm que introduzir modelos de gestão estratégica para enfrentar os desafios derivados da criação do espaço europeu de educação superior. A modificação da LOU não abordou mudanças nos aspectos relacionados governo e a gestão das universidades para facilitar os processos de mudança necessários e isto pode atrasar ou dificultar a implantação das estratégias requeridas de especialização das universidades.

Fernando Casani Fernández de Navarrete
Profesor Titular de Organización de Empresas
Universidad Autónoma de Madrid


Sala aberta:


Competitividade e Inovação Empresarial: Participação da Comunidade de Madrid no Plano Nacional de I+D+i 2004-2007

Este trabalho tem dois objectivos. O primeiro deles é o de rever a evolução global do Plano Nacional de I+D+i na sua transição do ano (2003) do Plano correspondente ao período 2000-2003 em relação aos dois anos (2004 e 2005) do Plano actual. O segundo dos objectivos é o de analisar o interesse e o grau de participação de universidades, centros de investigação, e empresas da Comunidade de Madrid no Plano Nacional de I+D+i, em relação ao Plano Total face a outras Comunidades Autónomas, assim como a evolução e tendências observadas.

Pedro Alonso Miguel
Julio César Ondategui
DGUI, Consejería de Educación, Madrid

A actividade das novas empresas de base tecnológica na Comunidade de Madrid

Qualquer política pública que promova o crescimento da riqueza através da criação de empresas deve ser capaz de reconhecer e caracterizar os empreendedores afectados pela mesma. Com este trabalho trata-se de determinar e descrever que factores afectam e favorecem em maior medida a criação de empresas de base tecnológica na Comunidade de Madrid.

Eduardo Díaz
Director de la Oficina del Emprendedor
de Base Tecnológica madri+d

Que confiança têm os jovens investigadores espanhóis no seu próprio sistema de I+D+I e porquê?

Seguramente, grande parte da comunidade científica e incluso da sociedade em geral podem estar de acordo, em que o nível de confiança dos jovens investigadores espanhóis no sistema de I+D+I não é muito alto. Pelo contrário, é bastante provável, que exista menos acordo em relação às causas desta desconfiança, e os jovens científicos podem ajudar neste sentido, a explorar novas possibilidades para solucionar algumas das deficiências que tem o sistema de I+D+I, e que talvez, não por serem menos visíveis, carecem de importância. São estas questões, as que pretende ressaltar o relatório INNOVACEF, para tratar de conseguir alguma resposta aplicável à melhoria deste sistema.

Pedro Aceituno Aceituno