Número 43, julho - agosto 2007
NOVAS FERRAMENTAS E GESTÃO EMPRESARIAL >>Versão em português
 
         
 
 

Espaço de debate:

Proposta de um modelo holístico de responsabilidade corporativa

A proposta do Modelo CR-MAP de responsabilidade corporativa pretende trazer um carácter holístico, sistemático, rigoroso, e que por sua vez o objectivo para a reflexão e a acção para a responsabilidade corporativa num quadro de uma abordagem baseado na gestão estratégica e em objectivos empresariais orientados aos diferentes grupos de interesse. Para a construção do modelo, adoptou-se uma arquitectura composta por nove dimensões coincidentes com os critérios do Modelo EFQM de Excelência: “Liderança”, “Política e Estratégia”, “Pessoas”, “Alianças e Recursos”, “Processos”, “Resultados dos Clientes”, “Resultados das Pessoas”, e “Resultados Chave da Organização”. Ditas dimensões alargam-se a três esferas (económica, social e ambiental) da responsabilidade corporativa, separando-se em coordenadas cognitivas e em reflexões.

Juan Ignacio Martín-Castilla
Universidad Autónoma de Madrid


Inovação no governo da empresa através da utilização das TICs

A globalização da economia e os escândalos financeiros em algumas empresas fizeram com que a informação sobre o funcionamento e governo das empresas seja um assunto crítico para a confiança destas e para o bom funcionamento do mercado de capitais. Este facto provocou a proliferação de códigos de bom governo relativos às práticas que as empresas devem seguir no seio da gestão e dos conselhos de administração.
Os códigos de bom governo e a legislação emanada destes códigos impuseram grandes necessidades de informação às empresas face aos accionistas, principalmente sobre os órgãos e práticas de governo das empresas. As empresas devem elaborar uma estratégia baseando-se na utilização de tecnologia, que permita por um grande volume de informação à disposição de terceiros interessados em qualquer parte do mundo e incorporá-los de forma activa no governo das empresas. Para isso é necessário inovar os processos de governo existentes.

Mª Mar Alonso Almeida
Universidad Autónoma de Madrid

A gestão de conhecimentos em entidades intensivas em conhecimento: semelhanças e diferenças

Interessa-nos no papel da gestão de conhecimentos nas organizações intensivas em conhecimento. Para o estudo, analisa-mos dois tipos de organizações: Os laboratórios académicos e as empresas de base tecnológica situadas em Parques tecnológicos. Para as analisar, utilizámos duas metodologias, a primeira baseada num estudo do terreno através da observação directa, entrevistas e acompanhamento dos laboratórios. A segunda metodologia baseia-se na aplicação de inquéritos a dirigentes de Empresas de Base Tecnológica – EBTs e Centros de inovação de negócios (BIC`s). Ambas as análises foram realizadas na Europa e demonstram a importância da gestão de conhecimentos nestas organizações, fundamentalmente para articular conhecimentos provenientes do interior e do exterior dessas organizações e para suportar a produção de novos conhecimentos, aspecto este essencial para a sua subsistência.

Astrid Jaime
Universidad Industrial de Santander
Universidad de la Salle

Carlos Blanco

Pontificia Universidad Javeriana


Sala aberta:


Teremos de mudar as universidades?

Após quase uma década de dedicação às mudanças normativas, tenho agora a sensação de finalizar um ciclo e de iniciar outro onde será imprescindível pensar a universidade do futuro, levar em frente novas metas e enfrentar novas mudanças, inclusivamente rever a linguagem do passado, porque repetimos o que já sabemos e é preciso começar a dizer o que não dissémos.

Juan A. Vázquez
Rector de la Universidad de Oviedo
Presidente de la CRUE

O produto turístico visto como uma combinação de aspectos tangíveis e intangíveis.

Este trabalho foi motivado pela necessidade que tem o turismo de oferecer um produto turístico virado para o cliente. Num primeiro momento analisa-se o produto turístico como um conjunto de atributos focando os serviços base e os complementares, de seguida estabelece-se um procedimento para determinar os seus pontos fortes e fracos que estabelece os seguintes passos (Identificação dos atributos, Determinar a importância, diferenciação e o grau de presença percebido dos atributos que caracterizam o produto. Determinar o índice atitude para o hotel dos clientes, Posicionar os valores da importância, diferenciação e o grau de presença percebido dos atributos na Matriz Importância, diferenciação e presença percebida (IDP), Valorizar os pontos fortes e débeis do produto)

Ernesto Manuel Conde Pérez
Universidad de Colima México

Carlos Mario Amaya Molinar
Universidad de Colima México