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Espaço de debate:
Uma metodologia para a Inovação: MINING-Aldebaran
O autor apresenta neste artigo a metodologia MINING-Aldebaran, fazendo uma revisão daqueles aspectos que são chave para o seu desenvolvimento, e enfatizando especialmente o papel que desempenham a Comunicação, Conhecimento, Grupo de Trabalho e novos estilos dirigentes emergentes, e em particular, o de Gestão Inovadora. O conjunto é um todo interrelacionado e interdependente, coerente e sistemático, um sistema de transformações a partir do seu próprio autodesenvolvimento, já que a última ideia é que estas metodologias sejam abertas e com possibilidades de desenvolvimento por cada agente em cada caso. Procuramos o desenvolvimento endógeno, procuramos que sejam os mesmos protagonistas os que possam tornar viável a resolução dos seus problemas estratégicos. A metodologia terá de facilitar e acompanhar esse processo. Mining-Aldebarán é uma metodologia desenhada a meados dos anos noventa e está em continua revisão científica. |
Roberto Carballo
Universidad Complutense de Madrid
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O papel de agência política das redes temáticas: a Rede de desenvolvimento económico territorial e emprego para a América Latina e Caraíbas, DETE-ALC
Este artigo apresenta as experiências de uma rede de pessoas ligadas ao desenvolvimento económico territorial na América Latina e os seus esforços para colocar novas abordagens e ideias do desenvolvimento da agenda política do actual processo de descentralização e democratização destes países. Organizados como uma rede temática onde convivem e dialogam especialistas e gestores de programas de desenvolvimento territorial, DETE-ALC é hoje uma entidade privada sem fins lucrativos que aspira a converter-se numa comunidade de aprendizagem capaz de criar conhecimento estratégico para a tomada de decisões dos diferentes agentes de desenvolvimento territorial na América Latina e Caraíbas. Trata-se de uma experiência de inovação social que visa capturar o conhecimento tácito associado às práticas de desenvolvimento local através de um espaço de intercâmbio interdisciplinar, inter-agentes e inter-institucional de nível internacional.
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Patricio Vergara
Vice Coordinador General de la Red DETE-ALC
Antonio González Cabrera
Secretario General de la Red DETE-ALC |
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Ashoka: inovadores para o público. O empreendimento social
Da mesma maneira que a economia necessita de empreendedores para crescer e desenvolver, a sociedade necessita também deste tipo de pessoas para dar resposta aos grandes desafios e problemáticas àqueles que enfrentam as sociedades nos dias de hoje. A sociedade necessita Empreendedores Sociais: indivíduos com a visão, a criatividade e a determinação tradicionalmente associada aos empreendedores de negócios, mas cuja meta é gerar uma mudança social, dando solução a uma problemática social que o afecta.
Da mesma forma que as plantas necessitam de um campo fertilizado e oxigenado para crescer e dar frutos, o empreendimento social necessita de um sector cidadão mais dinâmico, inovador e eficiente. Ashoka contribuiu para o crescimento e melhoria do sector apoiando um dos factores chave da qualidade: a inovação.
Ashoka apoia empreendedores sociais inovadores considerando que a sua força transformadora é necessária para a sociedade, apoia igualmente o intercâmbio e a coordenação entre estes indivíduos através da sua rede global, e finalmente procura que os Empreendedores Sociais sirvam de modelo e exemplo para a sociedade para conseguir assim a sua visão final de construir uma sociedade onde todos sejam impulsores de mudanças.
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Conchi Gallego
Directora del Programa Emprendedores de la Fundación Ashoka
María Zapata
Directora de Operaciones Internacionales-Europa de Ashoka Emprendedores Sociales
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Sala aberta:
Proposta de um modelo sobre dinâmicas de aprendizagem organizacional
Este estudo aborda a análise dos fenómenos relacionados com a aprendizagem organizacional que podem ter lugar nas empresas de alta tecnologia. Tal análise realiza-se numa dupla perspectiva: teórica e empírica. A análise teórica apoia-se no modelo SECI (Socialização-Externalização-Combinação-Internalização), melhorando-o ao se acrescentar as dimensões epistemológica (E) e ontológica (O), dando assim lugar ao modelo EO-SECI e considerando ao mesmo tempo as possibilidades de amplificação e realimentação do conhecimento; e a análise empírica, que se centra na simplificação do modelo teórico dada a sua complexidade, tem em consideração 115 empresas, 52 norte-americanas e 63 espanholas, para contrastar a conduta de umas e outras empresas e observar assim as diferenças e semelhanças. |
Miriam Delgado Verde
Pedro López Sáez
José Emilio Navas López
Gregorio Martín de Castro
Universidad Complutense de Madrid
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