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La innovación siempre se ha considerado una forma de mantener la competitividad futura, o alcanzarla en el caso de que no se tenga en la actualidad; cualquier organización sabe que el no incorporar innovaciones, significará la perdida de competitividad y en muchos casos su desaparición.
Entonces, ¿Por qué no todas las organizaciones innovan? Muchas de ellas porque su organización burocratizada no permite ningún cambio (o no pone las condiciones para que se produzcan), otras porque saben que innovar es caro (y no siempre se consigue) y otras porque sencillamente no creen en la innovación.
Cada sector industrial sabe perfectamente cuales son las innovaciones que se deberían desarrollar, o al menos, las que les permitiría obtener más competitividad. En este contexto, el profesorado universitario participa activamente con sus investigaciones básicas y aplicadas. El conocimiento científico es necesario para innovar y, en este sentido, el profesorado que más conocimiento científico posee colabora con el sector industrial en las innovaciones.
Sin embargo, cuando se trata de innovar en el propio proceso de formación, el profesorado se vuelve un poco torpe. No se sabe muy bien que significa innovar en la formación. Unos dicen que es incorporar Internet, otros que renovar las metodologías y otros utilizar la última tecnología (pizarras electrónicas, blogs, wikis, redes sociales,.). Existe una dicotomía entre innovación educativa e innovación [1] que, aunque comparte unos mismos principios, no se aplica de forma interna (en la universidad) pero si de forma externa (en la industria).
En este artículo se pretende analizar el fondo y la forma de la innovación educativa en la universidad. Para ello, se parte del análisis de las bases en las que se sustenta la innovación industrial y se proyecta a la innovación educativa. De esta forma, se pretende dar un diagnóstico donde se identifiquen los límites, condicionantes y efectos de la innovación.
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Educational innovation in the university. The pending subject
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The innovation always has been considered to be a way of supporting the future competitiveness, or to reach it, in case it's not had at present; any organization knows that if it doesn't incorporate innovations, it will mean the loss of competitiveness and, in many cases, it will disappear.
Then, why not do all organizations innovate? Many of them because their bureaucratized organization doesn't allow any change (or it doesn't put the conditions in order to produced the change), others because they know that innovating is expensive (and not always it is obtained) and others because simply they do not believe in the innovation.
Every industrial sector knows perfectly which are the innovations that should develop; or at least, which competitiveness would allow them to obtain more; in this context the university professorship takes part actively with its basic and applied investigations.
Nevertheless, when it's a question of innovating in the own process of formation, the professorship becomes a bit stubborn, it's not known very well what it means to innovate in the formation, some people say that it's incorporates Internet, others that to renew the methodologies and others to use the last technology ( electronics blackboards, blogs, wikis, social networks.) A dichotomy exists among educational innovation and innovation that, though they share the same principles, is not applied of internal form (in the university) but yes of external form (in the industry).
This article tries to analyze the form and content of the educational innovation in the university; for it, it splits of the analysis of the bases in which the industrial innovation is sustained and is projected to the educational innovation; of this form a diagnosis is tried to give where the limits, determining and effects of the innovation are identified.
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Innovation educative dans l´université. Échec dans la matière
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Chaque secteur industriel sait parfaitement qu´elles sont les innovations qui devraient être développées, où au moins celles qui permitiraient d´être plus compétitifs. Dans ce contexte, le professeura universitaire participe activement avec ses recherches de base et appliquées. La connaissance scientifique est nécessaire pour innover et, dans ce sens, les professeurs qui possèdent les meilleurs connaissances scientifiques collaborent avec le secteur industriel afin d´innover. |
Inovação educativa na universidade. A disciplina pendente
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A inovação sempre foi considerada uma forma de manter a competitividade futura, ou alcançá-la não que não se tenha na actualidade; qualquer organização sabe que o não incorporar inovações, significará a perda de competitividade e, em muitos casos, o seu desaparecimento.
Então, porque não inovam todas as organizações? Muitas delas porque a sua organização burocratizada não permite nenhuma mudança (ou não põe as condições para que se produzam), outras porque sabem que inovar é caro (e não sempre se consegue) e outras porque de uma forma simples não acreditam na inovação.
Cada sector industrial sabe perfeitamente quais são as inovações que se deveriam desenvolver, ou ao menos, as que lhes permitiria obter mais competitividade. Neste contexto, os professores universitários participam activamente com as suas investigações básicas e aplicadas. O conhecimento científico é necessário para inovar e, neste sentido, os professores que mais conhecimento científico possuem colaboram com o sector industrial nas inovações.
Apesar de tudo, quando se trata de inovar no próprio processo de formação, os professores tornam-se um pouco tacanhos. Não se sabe muito bem o que significa inovar na formação. Uns dizem que é incorporar Internet, outros que renovar as metodologias e outros utilizar a última tecnologia (quadros electrónicos, blogs, wikis, redes sociais,.). Existe uma dicotomia entre inovação educativa e inovação [1] que, ainda que partilhe os mesmos princípios, não se aplica de forma interna (na universidade) mas de forma externa (na industria).
Neste artigo pretende-se analisar o fundo e a forma da inovação educativa na universidade. Para isso, parte-se da análise das bases em que se apoia a inovação industrial e projecta-se a inovação educativa. Desta forma, pretende-se proporcionar um diagnóstico onde se identifiquem os limites, condicionantes efeitos da inovação.
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